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sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Motivos de Guardarmos o Sábado do 7Dia

  


MOTIVO - 1

NOSSA FÉ É BÍBLICA: primeiramente guardamos o Sábado porque está escrito o claro mandamento de Deus na Bíblia (vf Êx 20). Em nenhum lugar da Bíblia encontramos ordem de Deus para guardar o Domingo. A mudança somente vem das tradições humanas que tentam invalidar a Palavra de Deus. Não devemos tirar nem acrescentar nada à Palavra de Deus; e, devemos respeitar um ‘jota’ e um ‘til’ de Sua Palavra (cf Lc 16.17; Mat 5.18).



MOTIVO - 2

PORQUE DEUS MANDA: Já que nossa fé é baseada na Bíblia, e ela é a Palavra de Deus, o Mandamento vem de Deus e não de homem algum. Vem diretamente do  Deus Único. Sendo Deus o Senhor de tudo e de todos devemos obedecê-Lo, pois Deus não pede e sim Ele manda. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”(vf Mat 7.21)

MOTIVO - 3

PORQUE CRISTO GUARDOU: Cristo declarou que não veio revogar a Lei de Deus que Ele mesmo dera a Moisés, mas veio para cumprir. O Filho de Deus guardou o Sábado e também o santificou através do seu exemplo. Cristo não invalidou, nem quebrou o Sábado, mas corrigiu as distorções que os religiosos da sua época cometiam. (vf Mat 5.17-18)

MOTIVO - 4

PORQUE PROVA NOSSO AMOR A DEUS: O mandamento de Deus é prova de nosso Amor a Deus, toda sua vontade para nós seus filhos e seu povo é essencialmente Amor. “Se me amais, guardai os meus mandamentos” ( cf João 14:15) – “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor” (cf João 15:10).

MOTIVO - 5

PORQUE NOS PREPARA PARA A VIDA ETERNA: “Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.” (cf Heb 4:9). Deus deu seus preceitos ao Seu Povo após tê-los resgatado; Ele reserva a vida eterna aos que Lhe obedecem pela fé e a punição eterna aos desobedientes (vf Ez 18:25-28; Mat 7.23)

MOTIVO – 6

PORQUE DEUS NÃO QUER HONRA VÃ: Se não obedecemos a Deus lhe desonramos; se guardamos mandamentos dos homens honramos a homens e não a Deus. Ele reclamou “Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.” (cf Mc 7.7). “À Lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.” (cf Isaías 8:20).

MOTIVO - 7

GUARDAREMOS NO CÉU: “E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” (cf Isaías 66.2).

(c) AGEBAM, C.D.F.Lins - Pastor

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Batista do Sétimo Dia Foi encarcerado por 25 Anos na Inglaterra

 




Os batistas do sétimo dia datam sua origem após o movimento de dissidência do século XVI e XVII na Inglaterra, no qual muitos não viam esperança em reformar mais profundamente a Igreja da Inglaterra e retiraram-se para formar outras congregações. Dentre essas congregações estavam a congregação da cidade de Gainsborough em Lincolnshire cujo líderes eram John Smyth e Thomas Helwys. Em 1607, a congregação deixou a Inglaterra e foram para os Países Baixos onde receberam influências de doutrinas anabatistas através dos menonitas. Logo John Smyth concluiu que crianças não devem ser batizadas pois não há relato bíblico de batismos de crianças e Jesus Cristo ordenou a instrução e somente depois, o batismo. A congregação de Smyth em Amsterdã fundada em 1609, é considerada a primeira igreja batista. Dois anos depois, a igreja dividiu-se e parte retornou junto com Thomas Helwys à Inglaterra, nos arredores de Londres. Dali as práticas e ensinos batistas espalharam-se pelo país.

Apesar de alguns já terem abordado o tema do sétimo dia na história da igreja, a observância do sábado na Inglaterra era trocada pelo primeiro dia da semana, o domingo. Foi após 1617, com Hamlet Jackson e o casal John e Dorothy Traske que considera-se o início da observância do sábado na Inglaterra e a ocorrência de conhecidos debates sobre o assunto. O início aconteceu em Londres, onde o seguidor do pregador J. Traske, chamado Hamlet Jackson, um alfaiate e estudante autodidata da bíblia, o convenceu do repouso do sétimo dia (o sábado). Após um certo período do convencimento do pregador John Traske, o mesmo foi acusado de escrever duas cartas escandalosas ao rei e condenado pelas autoridades à prisão no dia 19 de junho de 1618 por "(…) ambicionar ser líder de uma facção judaica". Depois de um ano preso, John Traske retratou-se, foi solto e tentou desviar seus seguidores desta e de outras doutrinas que pregava. Todavia, Dorothy Traske não renegou suas convicções e permaneceu 25 anos na prisão.

Após estes, outros grupos também guardavam e declaravam a observância do sábado, o que gerava retaliações pelas autoridades políticas e eclesiásticas da época. Sob o governo republicano da Comunidade da Inglaterra entre 1649-1660 os cristãos das ilhas britânicas desfrutaram de relativa liberdade religiosa e política. O fato proporcionou a busca de uma identidade religiosa e um enfoque maior nas escrituras ao invés de outros elementos como a tradição, com isso surgiu finalmente na história da igreja os primeiros batistas do sétimo dia. Em 1650, James Ockford publicou em Londres o livro The Doctrine of the Fourth Commandment, Deformed by Popery, Reformed & Restored to its Primitive Purity [A doutrina do Quarto Mandamento, deturpado pelo catolicismo, reformado & restaurado à sua pureza inicial], foi os primeiros escritos de um batista defendendo a observância do sábado. O livro gerou tamanho incômodo, que o prefeito de Salisbury - Inglaterra, cidade onde J. Ockford morava, solicitou do Presidente do Parlamento orientações de como tratar a obra, então, junto com uma comissão parlamentar foi determinado que todas as cópias fossem queimadas sem dar a oportunidade de James Ockford defendê-las. Apenas uma cópia escapou, guardada hoje em uma biblioteca na cidade de Oxford.

A primeira Igreja Batista do Sétimo Dia conhecida foi a Igreja de Mill Yard estabelecida em Londres, onde ocorreu o primeiro culto em 1651, realizado pelo conhecido Dr. Peter Chamberlen "o terceiro". Os primeiros registros de atividades da igreja foi destruído num incêndio (criminoso?), o segundo livro de registros está em posse da atual Seventh Day Baptist Historical Society [Sociedade Histórica dos Batistas do Sétimo Dia]. O primeiro pastor a ser oficialmente considerado responsável pela congregação foi William Saller, que dentre outras atividades, escreveu onze livros e um livreto.

Fonte: história dos batistas do sétimo dia

Portanto da prisao de Dorothy Traske em 1618 até a fundação da primeira igreja batista do sétimo dia em 1751 se passaram 33 anos.

domingo, 26 de maio de 2024

O Sábado da Fuga de Mateus 24.20

 




“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado” – Mateus 24:20

O Messias Jesus, Nosso Senhor e Salvador, prestes a encerrar seu Ministério, antes de sua paixão e morte, vem passando com seus discípulos nas dependências do Templo, os tais Lhe reportam às edificações do referido. Cristo declara a famosa frase “…Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.” (cf Mat 24.2). Seguidamente visualizando ao oriente da cidade e Jerusalém – No Monte das Oliveiras que fica na parte oriental – Cristo com seus discípulos, puseram-se a sentar e seus discípulos desejavam saber sobre tal acontecimento como e quando aconteceria.

Em Mateus 24.3 assim descreve – “No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.” – Os discípulos fazem três questões principais:

(1) – Quando Sucederão estas coisas;

(2) – O Sinal da Tua Vinda;

(3) Consumação do Século.

Cristo nosso verdadeiro Mestre Ensinador e Teólogo passa a responder em três sessões. Eu digo isso porque muitos seguem àquela igreja, àquele teólogo ou àquele reformador, etc.:

(a) – Um resumo geral que faz nos versículos quatro ao quatorze do mesmo capítulo;

(b) O Cumprimento da Profecia de Daniel relacionada ao Templo;

(c) – A Sucessão de acontecimentos que antecederão Seu Retorno.

Há várias posições sobre a ocorrência da Grande Tribulação, se foi algo que ocorrerá nos nossos dias finais ou nos dias que se seguiram ou concorreram nos 70 anos que se seguiram logo após a sua Assunção do Messias aos céus. Porém aqui não vou me ater à essa discussão, pois por qualquer posição que queiram os teólogos e mestres atuais ou antigos colocar, a posição do Sábado do VII dia nesses trâmites escatológicos ou proféticos que Cristo descorreu em Mateus 24 não é abalada nem invalidada e nem menos substituída!

As posições quanto ao Sábado do VII dia – ou semanal, ou do IV Mandamento – são várias. Os anti-nomianos sumarizam com os jagões tipo ‘a lei foi abolida’; outros como os reformados – seguindo com sério ranço – a tradição romana audaciosa por substituir o sétimo dia pelo primeiro dia.

Agora, o que nos chama atenção sobre a epígrafe desta postagem é o posicionamento de Cristo relacionado ao Sábado – (Mat 24.20) – como visto e guardado por seus discípulos no momento e época que Ele o colocou nas respostas aos questionamentos curiosos deles. Se aos intérpretes preteristas a tribulação referida por Cristo e associada com a destruição de Jerusalém e por conseguinte a quedas das pedras do II Templo pouco menos de 40 anos após sua assunção; ou aos intérpretes futuristas que se reportam ao próximo suposto III Templo para o dias atuais finais – a fuga no Sábado por Cristo mencionada ainda persiste alardeante e nos chama à grande importância da observância que Ele deu ao ponto de pedir aos contemporâneos da Grande Tribulação e ou da destruição do Templo, que orassem para que a mencionada fuga não se desse no Sábado sagrado!

Permanece o ofuscar aos cegos antinomianos, dispensacionalistas e aliancistas, o brilho do valor como ouro refinado da fé verdadedira e revelação que: (1) O Sábado sagrado continuaria tendo vigor de ser guardado, lembrado e respeitado 40 anos depois de sua volta aos portais eternos de Sua Glória; (2) Os seus discípulos deveríam solicitar ao Senhor – Àquele que ordenou o Mandamento e é o próprio Senhor desse dia santo e abençoado – para que não cometessem sacrilégio por desprezo ao mandamento diante de uma real necessidade humana de afugentarem-se dos inimigos que perseguiriam a eles nessa grande tribulação que não tinha havido outra antes!

Se quarenta anos depois de sua partida de volta ao Pai o IV Mandamento tería brilho, vigor e importância de ser oobservado, como que a Lei foi abolida então como dizem tantos falsos ensinadores? Paulo diz em Romanos para que os leitores da epístola deles não se precipitarem com conjecturas: “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (cf Rom 3.31). Paulo reflete a posição do Senhor do Sábado: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.” (cf Mat 5.17).

Mateus 24:20 se põe como uma grande prova que o Sabado santo cujo o Senhor é o próprio Filho, ainda vigoraria e vigora. Outra cois, baseado na interpretação futurista que essa Grande Tribulação ainda virá, parece claro que as bênçãos concorrentes devem se projetarm aos discípulos que guardam tudo aquilo que Ele tem ordenado (vf Mat 28.18-20) e que também lembram, guardam e respeitam as Letras Sagradas do IV Mandamento! Que dizeis? Também os interpretes futuristas criam um problema já que eles apoiam a posição dominicana heliólatra do primeiro dia há muitos séculos tomada nos concílios de padres romanos que imaginam está acima da autoridade da Palavra do Deus Infinito Vivo e Verdadeiro YHWH! Se os crentes e cristãos da Grande Tribulação dos últimos dias precisam orar para que a fuga deles não se dê no sábado, eles vão está fora de cena dessa profecia de Cristo!

Apesar de tudo exposto, a fuga de Mateus 24:20 ralmente se refere na ocorrência da destruição de Jerusalém que se deu no ano 70 d.C, isto é, 37 – 40 anos após Cristo ter expedido esse oráculo profético! Jerusalém foi destruída e com ela seu II Templo debaixo de um cerco ao redor da cidade, os crentes diante dessa situação não deveriam voltar para pegar algo. Cristo aconselhou que nessa situação os crentes discípulos deveriam fugir, porém orar para que não fugissem no Sábado e nem no inverno.

Abraço a todos! Comentem. Façam pergutas. E compartilhem.

Graça & Paz !

(c)2024 - LINS,C.D.F. - Serafina Corrêa,RS.



sexta-feira, 9 de julho de 2021

O Sábado Sagrado de Deus o SENHOR

Jesus ensinando sobre o Sábado Sagrado do Senhor

O Sábado sagrado da bíblia, o sétimo dia da semana, é tempo sagrado, um dom de Deus para todas as pessoas, instituído na criação, afirmado nos dez mandamentos e reafirmado no ensino e exemplo de Jesus e dos apóstolos. Cremos que o dom do repouso do sábado sagrado é uma experiência da presença eterna de Deus com seu povo. Cremos que em obediência a Deus e em resposta amorosa à sua graça em Cristo, o sábado sagrado deveria ser observado fielmente como um dia de descanso, adoração e celebração. Gênesis 2:2-3; Êxodo 16.23-30; 20.8-11; Mateus 5.17-19; Marcos 2.27-28; Lucas 4.16; Atos dos Apóstolos 13.14 42-44; 16.11-13; 17.2-3; 18.4-11; Ezequiel 20.19-20; Hebreus 4.9-10; João 14.15; Isaías 58.13-14; Lucas 23.56. 

Memorial Da Criação 

Gênesis 2.2-3 - No fim da criação, Deus determinou que o sétimo dia fosse considerado especial. Deus abençoou e santificou este dia. Em outras palavras, o sábado foi separado como um instrumento de benção para toda a criação de Deus. 

Primeira Referência Do Sábado 

Êxodo 16.4-5, 22 a 30 - Esta é a primeira referência ao sétimo dia ou sábado desde o registro da criação no segundo capítulo de Gênesis, Êxodo 16:23, é provavelmente o versículo chave do texto. É a primeira vez que o sétimo dia e chamado de sábado; é neste momento que Deus repetiu que o sétimo dia era santo. É esta também a primeira vez que Deus “ordenou” que o dia fosse observado como santo. 

O Sábado & O Quarto Mandamento 

Êxodo 20.8 a 11 - O mandamento com relação ao sábado era o quarto. Está logo no fim dos mandamentos que lidam com o nosso relacionamento com Deus e o começo de nosso relacionamento com outras pessoas. O sábado nos lembra de nossas obrigações para adorar a Deus e amá-lo ao colocá-lo em primeiro lugar em nossas vidas. Como resultado disso, seguimos para os outros mandamentos que tratam do amor ao próximo assim como nos amamos. 

Ezequiel 20.20 - O Senhor está tomando a iniciativa de estabelecer uma relação de aliança com seu povo. Eles não tinham feito nada para que merecessem ser seu povo, pelo contrário, eles continuamente o rejeitaram ao desobedecer, suas leis e profanar o sábado. Agora o Senhor os chama para aceitá-lo como seu Deus e agir como seu povo. O sábado deveria ser um “sinal” de sua aliança com Deus. 

Isaías 58.13 a 14 - Estes dois versos nos dão princípios de como observar o sábado (verso 13), e as bênçãos que resultam desta observância (verso 14). Um princípio é algo que pode ser aplicado a todas as pessoas de todas as idades seja qual for sua orientação cultural. Se observarmos o sábado como prescrito no verso 13, desfrutaremos daquilo que o Senhor irá fazer em nossas vidas; encontraremos nossa alegria nele e “teremos o melhor da terra”. 

Mateus 5.17 a 19 - Jesus disse que seu propósito em vir não era para acabar com a lei mas para cumpri-la. A palavra “cumprir” tem muitos significados possíveis. Ao observarmos, porém, a vida e a pregação de Jesus, percebemos, que Jesus veio trazer o significado completo da lei. Ele era o sacrifício perfeito por nossos pecados que a lei exigia, cumprindo, assim, a lei. 

Os Discípulos Não Profanaram O Sábado 

Marcos 2.27 a 28 - Os discípulos de Jesus acabaram de ser acusados de quebrar o sábado ao colher, e comer espigas de milho no sábado. Eles não quebraram nenhuma lei bíblica do Velho Testamento, mas sim leis rabínicas. A observância do sábado tinha sido desviada de seu propósito original. Note a utilização de duas palavras: “homem” e “criado”. O sábado foi “criado” na criação e não pela lei. O sábado não foi feito pelo povo judeu, mas para toda a humanidade. 

O sábado era uma prática inquestionável que se tornou um assunto para grandes debates em muitos círculos cristãos e, finalmente, a ser uma observância não obrigatória pela maioria das igrejas e denominações cristãs. O sábado, porém, é um mandamento bíblico que não pode ser negado. Foi separado no fim da criação, ordenado em Êxodo 20.8 a 11, praticado por Jesus e a igreja primitiva e é ainda válido para nós, crentes, hoje. Em Gênesis 2.2 a 3, Deus descansou no sétimo dia depois de terminar sua criação, e Ele “abençoou” o sábado e o “santificou”. Não representava nada mais além do descanso de Deus de seu trabalho. Deus não precisava descansar, porém, Ele estava apenas declarando que as fundações da terra ainda não tinham sido totalmente lançadas (“descansar” em Gênesis 2 ,quer dizer cessar de criar).

A palavra “abençoou” tem haver com o poder espiritual que enche um objeto ou uma pessoa com a paz de Deus. Aplicado ao sábado, quer dizer que este dia tornou-se um condutor do poder de Deus. Quando algo é “santo”, quer dizer que foi separado para o serviço de Deus. “Todo sábado um milagre acontece, a ressurreição da alma do homem”. Deus nos deu uma alma ao nos dar o sábado que foi bendito e santificado. 

Em Êxodo 20.8 a 11, vemos o sábado como parte, dos dez mandamentos. Já que o sábado encontra-se no decálogo, temos que falar sobre a lei. Nosso entendimento da lei irá definir a maneira como interpretamos os mandamentos do sábado e sua validade para nós hoje. A maior parte dos cristãos criam, imagens de obrigação e escravidão espiritual quando ouvem a palavra “lei”. O salmista, porém, exclama que a lei é para ser amada. “Quanto amo a tua lei”! É a minha meditação, todo o dia”. (Salmos 119.97). 

Porque há uma aparente contradição entre a forma como muitos têm se sentido sobre a lei e a forma como ela era vista no Velho Testamento? Comecemos nosso estudo ao observar as atitudes de Jesus e Paulo para com a lei. Em Mateus 5.17 a 19, Jesus declara claramente que veio para cumprir a lei. Como Ele fez isso? No mais importante tratado de Paulo com relação à lei no livro de Romanos, ele discute a lei em vários aspectos. “O salário do pecado é a morte”. 

Pecado é quebra da lei. 1 João 3.4. 

Mas o ponto principal de Romanos 7.1 a 13 é a debilidade da lei. A debilidade está em nossa incapacidade de observá-la. O mesmo tema foi apresentado por Cristo no Sermão da Montanha. Ele exaltou os requisitos da lei para que soubéssemos que não podemos observá-la por nós mesmos. Romanos 8.1 a 4 resume a questão ao afirmar que a lei era incapaz de nos salvar. Deus enviou seu Filho para morrer na cruz como uma oferta para o pecado. O Espírito Santo, então, nos dá o poder para vivermos uma vida justa. Paulo estava tentando corrigir o conceito judaizante de que a lei era necessária para a salvação. 

Hoje, temos que entender que guardar o sábado não é a causa de nossa salvação; somos salvos pela graça através da fé em Cristo. Mas a observância do sábado é o fruto de nossa salvação. Porque somos salvos, reconhecemos Cristo ao adorá-lo em obediência ao seu Santo Dia. No Novo Testamento, Cristo guardou o sábado: “entrou num sábado na sinagoga, segundo o seu costume” (Lucas 4.16 ). Jesus realizou milagres no sábado. Todos esses milagres não tinham que ser realizados no sábado. Ele os realizou de propósito para desafiar as regras farisaicas e rabínicas que diziam respeito à observância do sábado. Eles tinham encoberto o presente de Deus ao homem com tantas regras e regulamentos que o sábado se tornou um dia de cargas e não de alegria. É por isso que Ele declarou que, “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Marcos 2.27 ). 

Os discípulos e Paulo no livro de Atos adoraram a Deus no sábado, Pregaram e ensinaram nele (Atos dos Apóstolos 17.2; 13.14 ; 16.11 a 13). O concílio de Jerusalém foi chamado para discutir a conversão de cristãos gentios e o relacionamento para com as leis e práticas judaicas. A questão do sábado nunca foi questionada (Atos dos Apóstolos 15.1 a 29). O sábado não era somente praticado, mas era aceito sem nenhum questionamento ou controvérsia. 

Em Êxodo 19:3-8, Deus chamou seu povo para selar uma aliança com Ele. No verso 5, Deus disse ao povo, “se diligentemente ouvires a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos”, No verso 8, o povo concordou em fazer tudo o que o Senhor quisesse deles. À aliança segue a declaração da lei em Êxodo 20 Obediência era a resposta que Deus queria de seu povo – a resposta à graça de tê-los escolhido para serem seu povo. O sábado era para ser um sinal da aliança entre Deus e seu povo. Era tão importante que Deus repetiu isso duas vezes em Êxodo 31.13, 17 e Ezequiel 20.12-20. Era um lembrete semanal de que eles pertenciam a Ele. Ele os libertou da escravidão; Ele os redimiu. 

Há muitas passagens sobre o sábado no Velho Testamento que reiteram o quarto mandamento ou dão explicações. No Novo Testamento, o conceito de obediência é enfatizado não como uma opção para os crentes, mas como um requisito, João 14.15, diz: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. Precisamos notar a similaridade com Êxodo 19.5 “Se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança....” O sábado é ainda um mandamento válido no Novo Testamento e para nós hoje. Vimos como o sábado foi instituído na criação e lembrava as pessoas de sua redenção. Os mesmos temas são repetidos nos evangelhos. Marcos 2.27, liga o sábado à criação. João 5.17 diz: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”, isso também é uma indicação para a criação original do sábado. Alguns cristãos têm interpretado isto da seguinte maneira: já que Deus tem trabalhado continuamente para criar e preservar isto anula a lei do sábado. Deus, porém, não está fazendo o trabalho da criação, mas o da redenção. Isso trás o sentido redentivo da observância do sábado. 

Em Lucas 4:16 -30, Jesus, no dia de sábado, proclama o propósito de sua missão. Sua missão era proclamar as boas novas da redenção. Lucas traz o tema ainda mais detalhadamente na narração da cura no sábado (Lucas 13.10 a 21). Depois que Jesus curou a mulher encurvada, ele foi repreendido, mas respondeu dizendo, “por que motivo não se devia livrar desse cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás trazia presa há dezoito anos?” (Lucas 13.16). Jesus, portanto, não quebrou a guarda do sábado, mas apresentou de forma completa sua intenção e significado. Paulo no livro de Atos adorou e ensinou no sábado. Ele pregou o evangelho de Cristo, que liga o sábado à redenção. 

O culto aos domingos começou entre os grupos cristãos no final do segundo século e foi oficializado no quarto século. Apesar de alguns teólogos hoje defenderem a posição de que a guarda do sábado foi transferida para o domingo por causa da ressurreição de Cristo, não há base bíblica para isso. Os que guardam o sábado existiram por toda a história. Os Batistas do Sétimo Dia têm este costume desde o século 16. Muitos cristãos estão repensando sua posição na questão do sábado ou aceitando a sua base bíblica. Os Anabatistas já existiam desde o século primeiro. Conferir a história. 

Fonte: https://gracamaior.com.br/estudos/sabado/124-o-sabado-sagrado-do-senhor.html
Sábado
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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Quatro Posições Sobre a Guarda do Sábado




No meio batista vemos quatro posições sobre a observação do IV Mandamento da Lei de Deus.

(1) A Observância de Nenhum dia;

(2) A Observância do Primeiro Dia da semana;

(3) A Observância do Sétimo Dia da semana;

(4) A Observância Dupla (Sábado + Domingo);


A Observância de Nenhum dia. Advogam teólogos e pregadores que não temos mais dever de guardar nenhum dia, pois estamos "debaixo da Graça e não da Lei"; alguns mais inadvertidos dizem que "todos os dias são santos";

Vamos conversar citando confissões das mais importantes denominações batistas. A Confissão de Fé Batista de New Hampshire de 1833 (uma das mais usadas no meio batista) colocou dois Artigos o XII e o XV , o primeiro trata da Harmonia da Lei e do Evangelho e o outro do Sábado Cristão!

            XII - Da Harmonia da Lei e do Evangelho

"Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral62; que ela é santa, justa, e boa63; e que a incapacidade que as Escrituras atribuem aos homens caídos de cumprir seus preceitos provém inteiramente de seu amor ao pecado64; livrá-los disso, e restaurá-los através de um mediador à obediência não fingida à santa Lei, é um grande fim do Evangelho, e dos meios de graça associados com o estabelecimento da Igreja visível65."

            Referências Bíblicas: 

            (62) Rm 3.31, Mt 5.17, Lc 16.17, Rm 3.20, 4.15; 

            (63) Rm 7.12,7,14,22, Gl 3.21, Sl 119; 

            (64) Rm 8.7-8, Js 24.19, Jr 13.23, Jo 6.44, 5.44; 

(65) Rm 8.2,4, 10.4, 1Tm 1.5, Hb 8.10, Jd 20-21, Hb 12.14, Mt 16.17-18; 1ª. Co 12.27-28;

            (...)

            XV - Do Sábado Cristão

 "Cremos que o primeiro dia da semana é o dia do Senhor, ou o sábado cristão 78; e deve ser mantido sagrado para propósitos religiosos 79, pela observância devota de todos os meios de graça, tanto privados 80 quanto públicos 81; e pela preparação para aquele repouso que restará para o povo de Deus.82"

               Referências Bíblicas: 

                (78) At 20.7, Gn 2.3, Cl 2.16-17, Mc 2.27, Jo 20.19, 1Co 16.1-2; 

                (79) Ex 20.8, Ap 1.10, Sl 118.24; 

                (80) Sl 119.15; 

                (81) Hb 10.24-25, At 11.26, 13.44, Lv 19.30, Lc 4.16, At 17.2-3, Sl 26.8; 87.3; 

                (82) Hb 4.3-11

Através da influência da era puritana e do calvinismo esses batistas viam a vida quotidiana do povo de Deus um ideal familiar, eclesial e nacional. Incluía assim a observância do IV Mandamento como ordenança! A Declaração de fé da CBN, usando a de New Hampshire como padrão incluiu como III Artigo seu posicionamento continuista na Doutrina do Espírito Santo, tornando adiantados os acima referidos em XIII e XVI - (vf - https://ibnbutanta.com.br/declaracao-de-fe);

O item XII da Confissão de NH, esses batistas declaram que "restaurar à obediência não fingida é um grande fim do Evangelho". Podemos ver que oficialmente se declaram Sabatistas Dominicais, isto é, o Descanso no Primeiro Dia ou Dominguistas! Por essas declarações de fé, esses crentes batistas teriam o dever de observar o IV Mandamento guardando o Domingo como dia de Descanso. Já os batistas regulares atualmente não se manifestam sabatistas nem dominguistas, apesar de no passado terem adotado a Declaração de New Hampshire; hoje se preocupam com o pré-milenismo e o separatismo (vf - http://sbrscuritiba.com/declaracao-de-fe/);

Existem argumentos para observância na Declaração de Doutrina da CBB em seu X Artigo declara sobre o Dia do Senhor:

        X - O Dia do Senhor

O domingo, dia do Senhor, é o dia do descanso cristão satisfazendo plenamente a exigência divina e a necessidade humana de um dia em sete para o repouso do corpo e do espírito.1 Com o advento do Cristianismo, o primeiro dia da semana passou a ser o dia do Senhor, em virtude de haver Jesus ressuscitado neste dia. 2 

Deve ser para os cristãos um dia de real repouso em que - pela frequência aos cultos nas igrejas e pelo maior tempo dedicado à oração, à leitura bíblica e outras atividades religiosas - eles estarão se preparando para “aquele descanso que resta para o povo de Deus”. 3

Nesse dia os cristãos devem abster-se de todo trabalho secular, excetuando aquele que seja imprescindível e indispensável à vida da comunidade. Devem também abster-se de recreações que desviem a atenção das atividades espirituais4. 

        Referências Bíblicas: 

        (1). Gn 2.3; Ex 20.8-11; Is 58.13-14
        (2). Jo 20.1,19,26; At 20.7; Ap 1.10
        (3). Hb 4.9-11; Ap 14.12,13
        (4). Ex 20.8-11; Jr 17.21,22,27; Ez 22.8

A Declaração mais atual da CBB declara que o Domingo é o Dia do Senhor pela razão de "haver Jesus ressuscitado neste dia"; apela para a tradição de uma suposta mudança do sétimo para o primeiro. Claramente diz que com o "advento do Cristianismo" houve essa mudança! Esse advento foi dos dias do ministério de Jesus ou do século IV, aquele cristianismo de Constantino? No entanto se for demonstrado que Cristo não ressuscitou no primeiro dia, tal primeiro dia fica sem relevância! Outra declaração que devemos notar dessas confissões é a relação da NECESSIDADE de observarmos o Descanso no Sétimo Dia com a PREPARAÇÃO para o DESCANSO ETERNO que todos os salvos em Cristo terão! Descansa-se pela fé obediente, e pela mesma fé se aguarda na ESPERANÇA de estarmos para sempre com Nosso Deus! Esse Descanso Memorial e profético dar ao IV Mandamento o caráter ainda mais significante e necessário seu cumprimento na vida devocional de cada crente em Cristo visando a Esperança da nossa salvação!

O relato de João 20.1, diz apenas que o sepulcro na madrugada do primeiro dia o sepulcro já estava vazio; Atos 20.7 - Alega-se, a partir desse versículo, que a igreja cristã primitiva reunia-se no Domingo para estudar a Palavra de Deus e celebrar a Ceia, em substituição ao Sábado do quarto mandamento (Êxodo 20:8-11). Será que o texto realmente afirma isso? 

Horácio B. Hackett, professor de Hebraico e Literatura Clássica no Seminário Teológico de Rochester, diz em seu comentário: 

Os judeus contavam o dia da tarde para a manhã, e sobre esta base a noite do primeiro dia da semana seria nosso sábado à noite. Se Lucas aqui contava assim, como supõem muitos comentaristas, o apóstolo então aguardara o término do sábado judaico, e realizara sua última reunião religiosa com os irmãos em Trôade ... na noite de sábado, e em conseqüência, recomeçara a viagem na manhã de domingo.” (Commentary on Acts, ed. 1662, p. 221 e 222).

Mesmo que por esse verso haja ocorrido o partir do pão nesse dia, é conjectural dizer que houve a mudança do Dia do Senhor para o inicio da semana!

Existe uma discursão entre os Dominicais e os Sabatistas do VII sobre o verdadeiro Dia do Senhor! É sabido que já houve versão de Bíblia que usavam o termo Domingo em Apocalipse 1.10, mas por pressão mercantilista dos sabatistas 7D, declinou o uso do termo nas versões atuais!

Os batistas, por incrível que pareça, são eles os primeiros a guardar o IV Mandamento literalmente no sétimo dia. Os adventista por terem influência deles, receberam desse legado; ambos são continuistas do IV Mandamento VII Dia. A maioria percebe-se, põe a verdade por terra! No entanto, sabe-se que há grandes diferenças entre eles.

A Declaração de fé dos B7D, já assim reza sobre O SABADO SAGRADO:

Cremos que o sétimo dia da semana, Sábado, é um tempo sagrado, um dom de Deus para todas as pessoas, instituído na criação, afirmado nos Dez Mandamentos e reafirmado no ensino e exemplo de Jesus e dos apóstolos. Cremos que o repouso no dia de Sábado é uma experiência da presença eterna de Deus com Seu povo. Cremos que, em obediência a Deus, e em resposta amorosa à Sua graça em Cristo, o Sábado deve ser fielmente observado por todos os santos, como um dia de descanso, adoração e celebração. (Fonte: https://ib7.org/a-igreja/declaracao-de-fe Declaração de Fé - © Igreja Batista do Sétimo Dia Brasileira).

Comparando a Declaração de Fé dos B7D com a de NH, vemos que há uma harmonia na afirmação que obedecer o mandamento da Lei de Deus, especificamente a moral, não a cerimonial, é um sinal de verdadeira restauração e salvação do crente; este a obedecerá carinhosa e amavelmente pelos crentes conquistados por Cristo. A maior parte do nosso povo ignora a diferença entre Lei Moral e Lei Cerimonial, sim esta tornou-se ultrapassada. Porém o Sábado não vem da Lei, mas do Bereshit - o princípio dos séculos; e também, pois, precisamos das placas de Deus no caminho – A Lei nos serve como a Lei do Trânsito que nos sinaliza desvios e proibições! Ela, a Lei Moral, por incrível que nos pareça, é chamada por Tiago de Lei da Liberdade! – vf Tg 1.25.

Analisando os 4 pontos de vistas podemos fazer um comparativo das argumentações. A observância do 7º. Dia apresenta uma clara noção bíblica, bastante embasada, se já desejamos ter na nossa consciência diante de Deus e sua Palavra, sendo ela a verdade e regra de nossa fé, ordem e prática! Declaram que há uma diferença entre a Lei Cerimonial e a Lei Moral, portanto apenas os sábados da primeira é que foram revogados, enquanto o Sábado do 7º. dia do IV Mandamento é que permanece, ainda mais por ser oriundo do Bereshit. São Nomianista Moral, isto é, a Lei Moral permanece vigorando.

Em contrapartida a observância do 1º. Dia os argumentadores, apresentam versos vagos, obscuros no sentido de defender tal observância; apelam para a história bem remota a transferência do II século feita por um “grupo” de cristãos e, por ser já costumaz, Constantino oficializou a mudança. São relativistas liberais. Não temos nas Letras Sagradas ordem alguma de transferir do 7º. Dia para o 1º. Dia.


Os defensores da guarda de nenhum dia, são antinomianos ou antinomistas. Doutrina de que, pela fé e a graça de Deus anunciadas no Evangelho, os cristãos são libertados não só da lei de Moisés, mas de todo o legalismo e padrões morais de qualquer cultura (https://www.dicio.com.br/antinomianismo). Porém Cristo, os apóstolos Paulo, Pedro, Tiago e João combateram o antinomianismo e os acréscimos (vf Mat 5.17; 15.9; 1ª. Tim 1.8, 9; Marcos 7.6-9; Rom 6.1, 2; Tg 1.25; 2.8, 10-12; 4.11; Ap 22.18 e 19)

A argumentação histórica é descabida diante da autoridade das Letras Sagradas que para nós representa! A argumentação histórica vem das bulas romanas, dos concílios, das tradições humanas e não da Autoridade da Palavra de Deus! Quem meche na Lei de Deus comete blasfêmia e se põe no lugar de Deus, coisa que a impostora Igreja papal se coloca. Parece que nos bastidores romanos, os incrédulos que em montão entrou na igreja deles, houve uma preocupação de prostituir com um casamento do culto ao Deus Verdadeiro que se faz através do IV Mandamento, para o culto ao deus pagão romano Baal que era cultuado no primeiro dia da semana! Tal coisa também ocorreu com o Natal e nos símbolos da falsa Pascoa!

 CONCLUSÃO:

Os versos usados por aqueles que defendem a mudança do sétimo para o primeiro dia, são vagos e indutivos pela força da tradição romana. Nosso mundo ocidental grandemente influenciado pela cultura greco-romana antiga tanto na questão do Calendário especificamente na virada do dia, turva muito a compreensão do contexto dos textos bíblicos, infelizmente manchando confissões aparentemente bem fundamentadas, mas que vemos estão embasadas em conjecturas e tradições humanas não na clareza da verdade de Deus!!! Hoje para guardar precisamos como diz Paulo: "seguindo a verdade em amor..."(cf Ef 4.15). Devemos deixar claro que os Mandamentos de Deus são deveres, mas não justificativas! Não somos salvos pelas boas obras, mas somos salvos para amar aquele que nos amou primeiro! Se morrermos para nós mesmos e para o mundo, tal qual é proposta da vocação batista, não deixaremos seus mandamentos desprezados!


I João 2.1-2, Nega A Expiação Particular!

“¹ Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Ju...